Cenas da Vida Urbana

Textos escritos nas solitárias noites sem luar

5 de novembro de 2009

Pensante

” Eu te amo na plenitude da lida, no ocaso da vida …
e, depois que eu me for, nas lembranças que porventura eu deixar,
hás de encontrar perfumados e palpitantes restos
do que foi o meu amor !

Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos”.

Todo tempo do Mundo!!!!

Podes vir a qualquer hora
Cá estarei para te ouvir
O que tenho para fazer
Posso fazer a seguir

Podes vir quando quiseres
Já fui onde tinha de ir
Resolvi os compromissos
agora só te quero ouvir

Podes-me interromper
e contar a tua história
Do dia que aconteceu
A tua pequena glória
O teu pequeno troféu

criado por refain    10:59 — Arquivado em: Sem categoria

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